Momento Filha Única com a mais nova.
Mais raro de acontecer.
O dia estava farrusco. Quase fim de férias. Sem planos interessantes.
A mana mais velha tinha ginástica e vai dormir a casa de uma amiga.
Faltava o resto dos TPC sempre guardados para a última. Mas digamos que em alternativa ao programa da irmã, este não era dos que entusiasmam qualquer um.
Decidi ir ao Centro Comercial. A pé, para minimizar o efeito fim de semana pós festividades e em início de saldos.
Fomos a uma loja. A R deu a sua preciosa colaboração numa troca que eu tinha para fazer.
Fizemos uma curta incursão pelos saldos. Coisas de miúdas.
E depois um cineminha. Com gomas a acompanhar. Esta minha filha não é fã de pipocas.
Charlie Brown & Snoopy, pareceu-me uma boa escolha....embora a R não goste de filmes com partes tristes ou injustas e o Charlie Brown não seja propriamente o miúdo com mais sorte daquele mundo animado....
Estranhou que não existam adultos visíveis no filme, parecendo que vivem sozinhos, que a profª fale apenas com sons estranhos e que eles entendam... mas lá está, é um desenho animado...
E eu reparei pela 1ª vez que o Charlie Brown é careca (tal como o Ruca) e pensei mas que mal há-de ter isto?!
Sempre que na minha infância via o Snoopy nunca estranhei a ausência de cabelo na cabeça do Charlie e mais tarde ao ver o Ruca com a minha filha mais velha também nunca me apercebi (nem ela!) que ele era careca. Porque será suposto sempre tudo ter que ser à semelhança do mundo real?! Porque não podem os desenhos animados ser carecas, ou ter cabelo azul às riscas?!?
Pronto, assuntos de cabelo à parte, gostei muito deste Snoopy e do seu amigo Charlie, que no final das contas, é um miúdo com bom coração!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
Um bom caminho em 2016!
São 15h30 do dia 3 do novo ano.
Cinzento e chuvoso como foi o dia 1 e como serão, segundo as crenças populares, os meses de Janeiro e Março.
Fui ler o que escrevi em Janeiro 2015 para ver se faz agora sentido, um ano depois.
Olhando para o ano e para mim, não consigo resumir 2015 numa palavra.
Tentei estar mais em paz comigo. Creio que em vão.
Não passei muito tempo sozinha, só comigo.
Nem sempre usei o silêncio como melhor resposta.
Percebi que a maior mudança está em nós próprios mas é também a mais difícil.
Que não é fácil deixar que o que os outros pensam nos afete.
Nem sempre as minhas ações foram em prol de alcançar felicidade.
Não foi perfeito.
Mas o ano não tem culpa. Não vamos pôr nele o que está nas nossas mãos.
Constatei ao fazer o meu Top 12 em imagens que tive pouca praia, e que isso fez-me falta.
Adotei uma gata e isso fez-me feliz.
Fui a lugares onde nunca estive antes....vários até, a dois, a quatro, a duas...e que isso me faz viver!
Teve muito de bom, porque esses momentos foram construídos por nós, apreciados, vividos.
Teve sonhos realizados, surpresas, magia.
Dia 1, caiu-me no colo o filme "Comer orar amar".
Já ía a mais de meio mas fiquei a rever até ao fim. Esta é a última parte:
"Se formos corajosos o suficiente para deixar para trás tudo aquilo que nos é familiar e reconfortante, que pode ser tudo, desde a casa até velhos ressentimentos amargos e partirmos numa verdadeira viagem de busca, tanto externa como interna, dispostos a encarar tudo o que acontece nessa viagem como sendo uma pista, aceitando os que vamos conhecendo no caminho como professores...estando preparados, acima de tudo, para enfrentar e perdoar algumas realidades muito difíceis sobre nós então a verdade não nos será negada."
Depois vi uma reportagem sobre o Caminho de Santiago.
Já fiz uma pequena parte com o pai da casa e a I, mas está nos meus planos de vida fazer mais do Caminho. Desse ou de outros. Caminho é uma boa palavra.
Nada acontece por acaso. Se encararmos estas mensagens como não coincidências, pomos nas nossas mãos o tal do "Bom ano"...os momentos felizes, a paz interior, a mudança...
Tenho medo de promessas.
Sei que o quanto é difícil cumpri-las.
A R quer deixar de roer as unhas. Eu quero ser mais paciente e menos irritadiça.
Prometer não faz acontecer.
Sei que não vou desatar a correr maratonas. Já tenho as minhas.
Cinzento e chuvoso como foi o dia 1 e como serão, segundo as crenças populares, os meses de Janeiro e Março.
Fui ler o que escrevi em Janeiro 2015 para ver se faz agora sentido, um ano depois.
Olhando para o ano e para mim, não consigo resumir 2015 numa palavra.
Tentei estar mais em paz comigo. Creio que em vão.
Não passei muito tempo sozinha, só comigo.
Nem sempre usei o silêncio como melhor resposta.
Percebi que a maior mudança está em nós próprios mas é também a mais difícil.
Que não é fácil deixar que o que os outros pensam nos afete.
Nem sempre as minhas ações foram em prol de alcançar felicidade.
Não foi perfeito.
Mas o ano não tem culpa. Não vamos pôr nele o que está nas nossas mãos.
Constatei ao fazer o meu Top 12 em imagens que tive pouca praia, e que isso fez-me falta.
Adotei uma gata e isso fez-me feliz.
Fui a lugares onde nunca estive antes....vários até, a dois, a quatro, a duas...e que isso me faz viver!
Teve muito de bom, porque esses momentos foram construídos por nós, apreciados, vividos.
Teve sonhos realizados, surpresas, magia.
Dia 1, caiu-me no colo o filme "Comer orar amar".
Já ía a mais de meio mas fiquei a rever até ao fim. Esta é a última parte:
"Se formos corajosos o suficiente para deixar para trás tudo aquilo que nos é familiar e reconfortante, que pode ser tudo, desde a casa até velhos ressentimentos amargos e partirmos numa verdadeira viagem de busca, tanto externa como interna, dispostos a encarar tudo o que acontece nessa viagem como sendo uma pista, aceitando os que vamos conhecendo no caminho como professores...estando preparados, acima de tudo, para enfrentar e perdoar algumas realidades muito difíceis sobre nós então a verdade não nos será negada."
Depois vi uma reportagem sobre o Caminho de Santiago.
Já fiz uma pequena parte com o pai da casa e a I, mas está nos meus planos de vida fazer mais do Caminho. Desse ou de outros. Caminho é uma boa palavra.
Nada acontece por acaso. Se encararmos estas mensagens como não coincidências, pomos nas nossas mãos o tal do "Bom ano"...os momentos felizes, a paz interior, a mudança...
Tenho medo de promessas.
Sei que o quanto é difícil cumpri-las.
A R quer deixar de roer as unhas. Eu quero ser mais paciente e menos irritadiça.
Prometer não faz acontecer.
Sei que não vou desatar a correr maratonas. Já tenho as minhas.
E, uma vez que às 12 badaladas do ano novo enquanto como as sultanas sem graínhas só me ocorre desejar saúde para mim e para os meus, em modo repeat, então para 2016 só quero:
Sorrir com o fígado.
Encontrar o meu equilíbrio.
Rir mais.
Beber mais chá de gengibre.
Conhecer sítios novos.
Descansar.
Ler.
Luz.
Estar mais com quem me faz bem.
Continuar a ouvir "És a melhor mãe do Mundo!", embora me sinta a mais chata de todas.
Ser eu.
Fazer mais do que me faz feliz!
Um bom caminho em 2016!
Top 12 - 2015
12 imagens = 12 momentos
Neve sem contar; Caminhada na neve; Bruges; Algarve em Março; Cores e alegria; 9!; Passeios por cá; Novo membro na família; Família; Veneza; Uma surpresa!; 13!
12 pictures = 12 moments
Some snow; Snowshoe hiking; Bruges; Algarve in March; Color & Joy; 9!; Walking nearby; New member in the family; Family; Venice, Italy; Surprise trip; 13!
E agora, uma a uma:
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Frase que ouço por aí....neste caso na TV
9) "A gente passa de lagosta pra tremoço"
Em jeito de balanço sobre a função pública e as mudanças que atravessou com a crise.
Já tinha ouvido outras expressões populares:
"Quem se lixa é o mexilhão"
"Andar de cavalo para burro"
...
Mas esta da lagosta, ouvida no telejornal de ontem, amei!
Eu estou na função pública....mas nunca me senti lagosta...acho que me fui habituando ao tremoço.
Sinais dos tempos.
Em jeito de balanço sobre a função pública e as mudanças que atravessou com a crise.
Já tinha ouvido outras expressões populares:
"Quem se lixa é o mexilhão"
"Andar de cavalo para burro"
...
Mas esta da lagosta, ouvida no telejornal de ontem, amei!
Eu estou na função pública....mas nunca me senti lagosta...acho que me fui habituando ao tremoço.
Sinais dos tempos.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Girls just wanna have fun!
E como/onde festejar o 13º aniversário de uma miúda?!
Depois da idade dos insufláveis e pinturas faciais, chegam uns almoços com as amigas ou umas partidas de bowlling. E quem faz anos em Novembro vê as opções mais reduzidas pelo clima.
Para festejar os 13, as hipóteses podiam ser uma ida ao cinema, jantar, cantorias à volta da fogueira...
Depois da fase em que se convida toda a turma, fica-se um bocadinho mais seletivo nas amizades e nos convites.
Geralmente há um leque de amigas que enche uma mão, no máximo duas.
Festa de pijama era uma opção, mas aos 13 já se ocupa mais espaço e a casa não cresceu também.
Então e se a Festa de pijama fosse fora de casa?!
Assim tipo num spa?!
Num Hotel de 5*?!
Eu vi logo que era boa ideia...
Miúdas fizeram mala para uma noite.
Não fomos para longe e nem foi preciso.
O pack "dormir fora de casa; piscina interior; roupão e chinelos" fez as delícias do grupo.
Afinal miúdas são miúdas!
Um apartamento só para nós. Jantar. Bolo de gomas. Pipocas. Luzes e música.
Pequeno almoço de hotel. Bom tempo.
Eu cá gostei.
Ela também.
Girls just wanna have fun!
Grata às mães das amigas da I, que confiaram em mim para esta aventura.
Grata ao amigo que emprestou a carrinha onde coubemos todas.
Dicas:
Mães que pensam que isto foi uma boa ideia....façam aos 12! Aos 13 já são consideradas adultas nas unidades hoteleiras...Por outro lado inclui o roupão, e o acesso ao spa.
Quanto a despesa....bem mais em conta que 20 a 25 miúdos aos saltos num insuflável durante 3 horas.... acreditem!
Etiquetas:
Com elas
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Dias de Festa!
Ainda festas de Novembro
A I fez 13 em Novembro.
Apesar de ser um dia de semana dito normal não podia passar em branco nas nossas vidas. Principalmente na dela.
E eu sei que elas esperam sempre qualquer coisa de especial...mesmo que não sejam prendas.
Apesar de ser um dia de semana dito normal não podia passar em branco nas nossas vidas. Principalmente na dela.
E eu sei que elas esperam sempre qualquer coisa de especial...mesmo que não sejam prendas.
Assim sendo e quase de improviso uma forma diferente de começar o dia.
Mini envelopes com mensagens de parabéns logo pela manhã.....colados no espelho do quarto, no despertador, na casa de banho, na porta de casa, e o último no estojo.
Coisas de mãe chata mesmo....
Dá sempre jeito ter em casa algumas coisas que se podem usar nestes dias especiais.
Como este simples "Let´s party".
(quando o comprei a empregada da caixa nem sabia que vendiam isto nem para que poderia servir...eu na altura também não...serviu para a porta do quarto e mais tarde da sala)
Fotografias dos 0 aos 12 e picos impressas e a decorar a mesa em suportes com pinças.
Um bolo revestido a pasta de açúcar com um brilho especial.
Festa que é festa tem barulho e papelinhos!
Uma mãe consegue coisas improváveis....pelo menos tenta!
Desta vez foi um CD autografado da Banda do momento e um colar alusivo à ginástica.
São coisas. é verdade, mas são as que arrancam um brilhozinho nos olhos.
Pequenos detalhes que iluminam uns 13 que passaram a correr!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Há muito que não chovia
Dizem que já fazia falta.
A chuva e o frio.
Afinal é Inverno. Não destoa.
Elas estão de férias.
Eu estou em casa.
Ainda é Dezembro.
Dias de chuva trazem coisas boas e simples. Acolhedoras.
Manhãs preguiçosas que repõe a energia despendida na lufa lufa do Natal.
Sei que há lá fora saldos mas nem me atrevo.
As trocas que há para fazer não são muitas e podem esperar.
As saídas passam a ser para o essencial.
A gata dá-se à preguiça.
A I passou a tarde na cozinha de volta de novas receitas.
Cheira bem. Cheira a Inverno. Cheira a conforto. Cheira a família.
A R recebeu uma prenda que chegou pelo correio. Reconheceu logo o remetente só pela rúbrica. Delirou. Uma das melhores surpresas.
Há dias em que sei que não precisava de mais nada.
A felicidade pode ser tão simples.
Oh happy and cosy days!
A chuva e o frio.
Afinal é Inverno. Não destoa.
Elas estão de férias.
Eu estou em casa.
Ainda é Dezembro.
Dias de chuva trazem coisas boas e simples. Acolhedoras.
Manhãs preguiçosas que repõe a energia despendida na lufa lufa do Natal.
Sei que há lá fora saldos mas nem me atrevo.
As trocas que há para fazer não são muitas e podem esperar.
As saídas passam a ser para o essencial.
A gata dá-se à preguiça.
A I passou a tarde na cozinha de volta de novas receitas.
Cheira bem. Cheira a Inverno. Cheira a conforto. Cheira a família.
A R recebeu uma prenda que chegou pelo correio. Reconheceu logo o remetente só pela rúbrica. Delirou. Uma das melhores surpresas.
Há dias em que sei que não precisava de mais nada.
A felicidade pode ser tão simples.
Oh happy and cosy days!
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